quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


SOBROU TEMPO?

QUER COMPRAR PRODUTOS DO ARTESANATO LOCAL?


Pois não deixe de ir ao Mercado Central – Av. Getúlio Vargas – Centro
 
                               FACHADA - MERCADO MUNICIPAL
 
 

                              Lá o visitante pode encontrar barracas e box que vendem de tudo; há as que vendem frutas regionais como o bacuri, o pequi, o buriti ( frutas da estação), doces dessas frutas, compotas, raízes, temperos,ervas, óleos medicinais, artesanato e comida típica (Praça de alimentação no 1º andar). Na Praça da Alimentação alguns boxes tem nomes muito pitorescos, sem contar que o visitante pode ter uma visão de todo o mercado. O leque gastronômico é para todos os gostos e paladares; lá tem de tudo: sarapatel, buchada de bode, panelada, rabada e caldos famosos, que levanta até defunto; tudo pode ser apreciado com uma pimentinha malagueta, limão e uma boa dose de cachacinha da terra com cajú.
 

                              BARRACAS DE ERVAS E ESPECIARIAS
 
 
 
 
BARRACAS DE CORES VARIADAS COM FRUTAS E VERDURAS
 
 
 
                                O ambiente é climatizado, o artesanato é rico e variado, onde o viajante poderá adquirir presentes ou réplicas de alguns monumentos da cidade ou telas que retratam as belezas naturais, além de bonecas, chaveiros, etc.
 
 
 
 
                            ARTESANATO LOCAL RICO E VARIADO
 
 
 
 
                                ERVAS E OLEOS MEDICINAIS
 
 
 
 
 
                                 ARTESANATO LOCAL - LEMBRANÇAS
 
 
 
 
 
 
                                 ARTESANATO LOCAL
 
 
 
 
 
 
                           PILÃOZINHO FEITO DE MADEIRA - ARTESANATO LOCAL
 
 
 
 
 
 
BONECOS DE PALHA E TAMBORES (FUNDO) - ARTESANATO LOCAL
 
 
 
 
 
 
                              NEGRAS MALUCAS FEITAS EM CERAMICA
 
 
 
 
 
 
BURRICO COM SUA CARGA (FEITO EM VELUDO) - ARTESANATO LOCAL
 
 
 
 
 
                             PEQUENAS TELHAS DECORATIVAS - ARTESANATO LOCAL
 
 
 
 
 
                               PEÇAS FEITAS EM MADEIRA - ARTESANTO LOCAL
 
 
 
ARTESANTO DE BURITI - MUITO UTILIZADO NESSA REGIÃO
 
 
 
 

                             Lá também se pode ouvir o barulho dos vendedores de peixes, camarões e caranguejos; é uma miscelânea de cores e sabores. Não deixe de visitar.
                               A  D. Dorinha  é muito procurada por suas variedades em bolos doce e de goma;  e no Box de D. Anunciação o carro chefe da casa é  o bolo frito  - são os mais  procurados.
 
 
 
UMA DAS ALAS DA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO DO MERCADO
 
 
 
 
BACURI - SEU USO É BEM VARIADO, COM PRESENÇA MARCANTE EM REFRESCOS, SORVETES, GELEIAS, MOUSSES, COMPOTAS, ETC..
 
 
 
 
 BACURI - DE FORMATO OVAL DE CASCA RESINOSA DE COR AMARELADA E POLPA ESBRANQUIÇADA. POSSUI UMA OU DUAS SEMENTES
 
 
 
 
 
BACURI - FRUTA TÍPICA DA REGIÃO. É BASTANTE SABOROSA, FRUTO DE ÁRVORE FRONDOSA, GERALMENTE COM ATÉ 35M DE ALTURA
 
 
 
BURITI - FRUTA TÍPICA DA REGIÃO. UMA DAS MAIS SINGULARES PALMEIRAS DO BRASIL. O BURITI É UMA PLANTA INDICATIVA DE ÁGUA NA REGIÃO. FONTE DE VITAMINAS  A, B E C, AINDA FORNECE CALCIO, ETC..TAMBÉM PODE TRANSFORMAR-SE EM SOBREMESAS (DOCES, SUCOS, LICORES E ÓLEOS)





                                 RÉSTIA DE ALHO



Horários de funcionamento: 5:00h às 14:00h, aberto de domingo a domingo.







sábado, 9 de fevereiro de 2013

Instituto Histórico e Geográfico de Caxias – denominado    “ Casa de César Marques”



Antiga estação ferroviária - Hoje - Sede do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias 
 
 
 
Homenagem ao grande historiador caxiense César Marques, localiza-se na Av. Getúlio Vargas, 951 – Centro – telefone de contato: (099) 3521-4233 – Espaço revitalizado da antiga Estação Ferroviária; Lá o visitante pode fazer pesquisas sobre a cidade, pois contém coleções raras de jornais e livros antigos sobre a cidade; material rico em informações históricas.
 

 
Fachada principal da sede do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias
 
 
Um grande exemplo documental é o livro “ Brasil e Oceania” de Gonçalves Dias e  as partituras de Alfredo Beleza, Elpidio Pereira e Josias Beleza – grandes músicos caxienses.
 
 
                                           Maestro Elpidio Pereira
                                                    (Acervo)
 
 
Hall de entrada do Inst. Hist. e Geo. de Caxias - Busto do historiador caxiense César Marques - PATRONO
 
 
 
                Estátua esculpida por caxienses compõe parte do acervo da casa
 
 
 
 
                                  Plataforma do Inst Histórico e Geográfico
 
 
 
                      No Instituto Histórico e Geográfico de Caxias, o visitante pode disfrutar de um cenário inusitado, como o Instituto funciona na antiga Estação Ferroviária, o trem passa pela plataforma três a quatro vezes por dia, fazendo um ventinho no rosto de quem lá está e sem contar que lá sempre estarão à sua espera um imortal pertencente a esse Instituto para conversar sobre a cidade.
 
 
 
 
Presidente do Instituto Dr Almada Lima (Dr Almada e Dr João Machado foram os fundadores do Inst) e profª Valquiria Fernandes - Sócios efetivos
 
 
 
 
Tela da artista plástica caxiense Tita Rego - Inst. Histórico e Geográfico (Acervo)
 
 
 
 
Galeria de fotos dos sócios efetivos do Inst. Histórico e Geográfico
 
 
 
 
Galeria de fotos dos sócios efetivos do Instituto Histórico e da autora desse blog
 
 
 

                     O visitante encontra também muitas telas de artistas plásticos caxienses como: Sr. Oliveira, Tita Rego, entre outros...
 
          Tela da Antônio Oliveira que retrata a Praça Gonçalves Dias (Acervo)
 
 
 
Tela do artista plástico caxiense Antônio Oliveira que retrata a antiga ponte de madeira sobre o Rio Itapecuru que ligava o centro da cidade ao bairro Trezidela, o primeiro bairro de Caxias (Acervo)
 
 
 
 
Tela do artista plástico caxiense Antônio Oliveira que retrata paisagens de Caxias e um documento datado de 1758 (Acervo)
 
 
 
Tela do artista Antônio Oliveira - Retrata a plataforma da antiga estação ferroviária (Acervo)
 
 
 
 
Tela do artista Antônio Oliveira - Retrata o Riacho do Ponte (Acervo)
 
 
 
 
Documento de 1813 que relata a fundação de Caxias, que antes teve seu nome de Caxias das Aldeias Altas (Acervo)
 
 
 
 
Horários de funcionamento: Aberto de segunda a sexta das 8:00h às 12:00h e 14:00h às 17:00h 
Agende sua visita se você for com um grupo grande para estudo. Vale conferir!
 
 
Este é um post ESPECIAL dedicado ao grande confrade que foi Dr. João Machado que fez sua passagem hoje (09/02/2013), o Instituto Histórico e Geográfico se orgulha de sua contribuição para a fundação desta casa. Saudades eternas!
 
 
  
 

 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

“ TERRA DAS PALMEIRAS”


                   Praça Gonçalves Dias
                Praça onde se encontra a estátua e a poesia Canção do Exílio do poeta-mor caxiense, que é Antônio Gonçalves Dias. Antônio Gonçalves Dias, nasceu em Caxias no dia 10 de agosto de 1823 e morreu aos 41 anos em um naufrágio do navio Ville Boulogne, perto de Tutóia no Maranhão, na região de Baixo de Atins, em 1864; filho de comerciante português e de uma mestiça, corria em suas veias sangue branco, índio e negro. Em 1838, viajou para Coimbra, onde se matriculou no curso de Direito. Em 1846 retornou ao Rio de Janeiro. Foi professor do Colégio Pedro II e oficial da Secretaria dos Negócios Estrangeiros. Em 1864, ao regressar de uma viagem à Europa, onde se encontrava em tratamento de saúde (estava tuberculoso), morreu em naufrágio nas costas do Maranhão; veio de volta para sua terra querida.



             A homenagem da cidade de Caxias a esse caxiense ilustre foi a construção da Praça.  É chamada a Praça das Palmeiras, que faz o visitante se reportar a um trecho da poesia Canção do Exílio que faz parte dos monumentos da Praça.
             A Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, com suas características românticas de saudosismo, nacionalismo, exaltação da natureza brasileira e visão idealizada da pátria, tornou-se uma espécie de símbolo da nacionalidade brasileira.
              Foi, sem dúvida, o poema romântico mais parodiado até hoje, sobretudo pelos poetas modernistas, como nos versos de José Paulo Paes.
            Romantismo é amor  exuberante, exageros, sonhos e endeusamento da mulher amada, Gonçalves Dias, além do indianismo e saudosismo, expressou, como todo poeta romântico, o sentimento amoroso na maior parte de sua obra.
                           Gonçalves Dias (1823-1864)
                Canção do Exílio – poema de Gonçalves Dias
                                           Poema escrito por Gonçalves Dias em 1843:
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar – sozinho, à noite –
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
                            VISTA DA PÇA GONÇALVES DIAS POR OUTRO ÂNGULO
 

                  A história da cidade sempre girou em torno dela. Quando ocorreu a Guerra da Balaiada, Luis Alves de Lima e Silva se hospedou em um hotelzinho, que é um velho sobrado em azulejaria portuguesa, padrão único no país, que até hoje faz parte do cenário dessa Praça. Luís Alves de Lima e Silva “ Duque de Caxias” fez muitos amigos na cidade e alguns deles até se dispuseram a ajudar na Guerra. O edifício encontra-se ali imponente, fachada original, mas em péssimas condições de conservação, o que é uma pena; Contudo o visitante pode tirar ainda fotos belíssimas, pois ao redor da Praça ainda resistem bravamente edifícios com fachadas coloniais, como o antigo Forum. No antigo Forum, o visitante pode subir e da sacada tirar outras fotos em ângulos diferentes.

                                   ESTÁTUA DO POETA GONÇALVES DIAS


                                                   PÇA GONÇALVES DIAS

   
                                NO CENTRO DA PÇA SE ENCONTRA A ESTÁTUA DO POETA


   

ANTIGO FÓRUM - EDIFÍCIO COM FACHADA COLONIAL (CONSERVA ESTRUTURA ORIGINAL)

Vista noturna do antigo Forum  

O antigo Forum ficou cheio de charme com essa iluminação


                       EDIFÍCIO DUQUE DE CAXIAS - FACHADA ORIGINAL - AZULEJARIA PORTUGUESA EM ALTO RELEVO SÉC XIX

 
  

AZULEJOS EM ALTO RELEVO (DETALHES) - PADRÃO ÚNICO NO BRASIL (VERDE E BRANCO) - FACHADA DO EDIFÍCIO DUQUE DE CAXIAS



                                                  
                              PLACA - CANÇÃO DO EXÍLIO - PÇA GONÇALVES DIAS


                    Uma curiosidade: Há uma lenda sobre essa Praça, mas só o visitante vindo aqui para conferir, vale a pena, sem contar que vc pode percorrer a pé vários trechos do Centro Histórico da cidade!



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

CULTURAL E ARTÍSTICO - Vale a pena conferir!
 
“ Terra dos Poetas”

“ Terra de Caxienses Ilustres”
 
 
MUSEU "MEMORIAL DA BALAIADA"

 
  
                O Memorial da Balaiada surgiu a partir de escavações arqueológicas de iniciativa da Associação dos Amigos do Memorial.
                Com  instalações de um Museu Escola, um Centro de Documentação e um Laboratório de Restauração em documentos antigos e Biblioteca específica em História do Maranhão, visando organizar e preservar a memória escrita, estimula a cidadania e fortalece a identidade do caxiense.     
                 O acervo é eclético, mas de caráter histórico, com mobiliário de época, armaria, painéis, etc.
 
Horários de Funcionamento:
 Aberto de domingo a domingo das 9:00 ao 12:00h e das 15:00 às 19:00h; agendamento quando levar um grupo grande, que necessite do Museu Escola.
 
 
 
 
                                                                    INTERIOR DO MUSEU

 
 
 
                               SALA DE ESTAR DE UMA FAMÍLIA CLASSE MÉDIA - INÍCIO SÉC. XX
 
 
 
 
                             SALA DE JANTAR DE UMA FAMÍLIA DE CLASSE MÉDIA - INÍCIO SÉC XX


 


 
                      A TELA QUE RETRATA GONÇALVES DIAS (POETA CAXIENSE), FOI RESTAURADA NO PRÓPRIO MUSEU
 
 
 
 
 
 
                                                        MAQUETE DA GUERRA DA BALAIADA
 
 
 
 
 
                    XILOGRAVURA - PEÇA FEITA PELA ARTESÃ PLÁSTICA CAXIENSE, TITA DO REGO SILVA. É UM PAINEL DE 8,80M X 0,70M GRAVADO EXCLUSIVAMENTE PARA O MEMORIAL. A ARTISTA RETRATOU A GUERRA DA BALAIADA
 
 
 
 
 
 
                                                    CASA DE UM CABOCLO NO SÉC. PASSADO