sábado, 3 de maio de 2014

GASTRONOMIA CAXIENSE - II

            Quando o assunto é cultura maranhense, o Maranhão é muito citado por sua gastronomia. O Estado é surpreendente para quem gosta de descobrir novos costumes e tradições, nesse contexto a gastronomia caxiense, também tem um destaque todo especial e seu povo tem orgulho de falar sobre os pratos típicos da cidade.

Tira gosto caxiense

Em Caxias como todo o Nordeste, a culinária local foi estabelecida pelos indígenas que aqui se fixaram, sendo os Timbiras e Gamelas; a base da alimentação era o milho, farinha de mandioca, palmito, macaxeira cozida com sal, abóbora, peixes, caças, mel e pimenta. Com a chegada dos portugueses e africanos, outros pratos foram inseridos, como: a carne vermelha e os frutos locais, como o bacuri, buriti, caju, cajá, a manga e o babaçu, que até hoje é extraído das palmeiras nativas da região.
                                   Ingredientes do Baião-de-dois

Por ter clima quente, Caxias é rica em árvores frutíferas, como a mangueira, que enfeita quintais, praças e parques públicos. Há uma quantidade enorme de barraquinhas de comidas típicas  no Centro Histórico da cidade, onde você pode experimentar um cozidinho de porco, um cozidão de boi, panelada, sarapatel, maria-isabel, arroz de cuxá, cuxá,  baião-de-dois, batido de carne ( que leva carne fresca picadinha com macaxeira, maxixe, abóbora e quiabo); tudo regado a muito cheiro verde, farinha, pirão, farofa, etc. Este passeio pelas barraquinhas é mesmo para quem tem fome e queira experimentar um “PF”, mas há restaurantes localizados também no Centro Histórico ou Churrascarias na Av. Alexandre Costa.


                 Sarapatel, Panelada - pratos típicos da região
                 e o refrigerante tipicamente maranhense "Jesus"

Para acompanhar os pratos os caxienses e visitantes podem ser servidos com drinques naturais, que possuem ou não álcool, como os sucos de frutas naturais de cajú, cajá, cupuaçu, bacuri ou o refrigerante tipicamente maranhense chamado de “ Jesus”.

° Maria Isabel
         Prato muito consumido pelos caxienses e visitantes; pode ser encontrado em barzinhos, restaurantes e na praça de alimentação do Mercado Central.
Ingredientes – arroz, carne de sol cortada em cubos, três dentes de alho, cebola, pimenta de cheiro, pimentão, sal a gosto e óleo.

                                 Maria-Isabel Caxiense

Modo de Fazer: Lava a carne de sol e doure no óleo quente; em seguida, acrecente o  alho e a cebola. Refogue bem, junte o arroz misturando com os temperos e a carne. Acrescente água quente, a pimenta de cheiro e o pimentão. Tampe a panela até que o arroz fique pronto. Sirva com peixe frito, carne de sol assada na brasa ou frango na brasa.

Maria-Isabel 

 ° Baião-de-Dois Caxiense
         Basta seguir passo a passo e você também vai ser capaz de fazer essa delícia de prato.
Ingredientes – 2  xícaras de feijão verde ou fradinho cozido, reserve a água, 1 xícara de arroz cozido na água do feijão, louro, ½ cebola picada, 2 dentes de alho, 2 colheres de coentro picado que é adicionado por último. 

                                          Baião-de-Dois Caxiense

Modo de Fazer:  Cozinhe o feijão na panela de pressão, com 3 ou 4 xícaras de água, por cerca de 15 a 20 minutos, até ficar ao dente. Coloque junto na panela uma pitada de sal e 1 folha de louro. Escorra a água do feijão e reserve. Em outra panela, cozinhe o arroz com alho e cebola usando 2 ou 3 xícaras da água reservada. Em seguida coloque o feijão e os demais ingredientes, deixe cozinhar; depois de cozido, coloque o coentro picado. Sirva com carne de sol assada na brasa, peixe frito ou linguiça caseira.

                                         Baião-de-Dois Caxiense

quarta-feira, 19 de março de 2014

GASTRONOMIA CAXIENSE - I

Caldo de Carne, Ovos e Macaxeira

O Maranhão é um estado de cultura riquíssima. Além das belezas naturais e das manifestações culturais, a gastronomia maranhense sofreu influência de muitas culturas, tais como: a francesa, holandesa, portuguesa, indígena e africana. Apesar de breve estadia, a gastronomia francesa marcou muito o local, mas a portuguesa e indígena são as mais importantes. O arroz e a farinha d’água ou de puba são os ingredientes básicos para a composição de muitos pratos da cozinha. Mas ambos, em muitas circunstâncias, ascenderam à categoria de prato principal ou quase ascenderam. A culinária maranhense é mostrada de várias formas: na música, no artesanato e nas festas típicas.

Parque Hidromineral Veneza

Parque Hidromineral Veneza

A Gastronomia Caxiense tradicional é um atrativo a mais para quem visita a cidade, pois é rica e variada. São tantas cores e sabores, que leva o visitante a querer provar de tudo um pouco. Na cozinha caxiense os pratos típicos da cidade são feitos com produtos locais, variando de acordo com a temporada.

Pratos da Cozinha Caxiense

A comida caxiense é saudável, com tempero moderado à base de tomate, cebola, pimentão, pouco alho e cebolinha verde. O caxiense prefere levar uma pimentinha à mesa e cada um se serve como bem entender. Na carne se utiliza o cominho em pó e pimenta-do-reino como tempero. 

                          Tira - gosto com camarão e cachaça tiquira (típica da região)

Há também as  tortas típicas que são de camarão (seco ou fresco) e bacalhau, peixe seco (especialmente a branquinha, piaba ou pião), miúdos de vísceras de porco (sarapatel) ou a buchada de bode, é muito apreciado como prato principal ou como tira-gosto. Além dos pratos cozidos, o famoso “cozidão”, o caldo de carne, o mocotó, bode ao leite de coco, capote ao leite de coco e  o caldo de carne com ovos e macaxeira, (pode ser encontrado com facilidade na praça de alimentação do Mercado Central), também são muito consumidos pelos caxienses, pois segundo eles, são caldos energéticos, que repõe as energias perdidas, recupera a ressaca  e levanta até defunto. Servidos com limão e pimenta malagueta a gosto do freguês. No Box de D. Anunciação, você aproveita e toma o café da manhã, servido com um bolo frito feito na hora. É muito visitado pelos caxienses e visitantes. Imperdível!!


                                                              Bolo Frito
As carnes mais consumidas na cozinha caxiense são: carne de boi, porco, bode, peixe e frango. Da carne de boi, podemos saborear a carne de sol que acompanha muitos pratos e o sabor é de dar água da boca.  A carne de sol pode ser assada na brasa ou passada na manteiga, servida com farofa, macaxeira (frita ou cozida), arroz e vinagrete, faz parte da cozinha de qualquer caxiense; também como guarnição serve-se a paçoca de carne de sol, que é uma delícia.

   Parque Hidromineral Veneza - local onde é saboreado o
        prato típico de Caxias - Pirão-de-Parida

 
      Assado de Carne de Porco com farofa de mandioca

° Mandioca / Macaxeira
            É uma raiz ótima no fornecimento de fósforo, importante para os ossos, possui vitamina B1, boa para o cérebro, além de muito saborosa. Não deixe de provar a macaxeira cozida que parece derreter na boca ou a macaxeira frita ou o purê, todos são uma delícia.
            O Maranhão foi um dos maiores produtores de mandioca do país, mas hoje importa farinha (particularmente a farinha d’água) do Pará, fécula do Paraná e amido azedo de Minas Gerais. É muito usada na preparação de paçocas de carne de sol, farofas e pirões, que é um dos carros chefes da comida típica do caxiense, que é o famoso Pirão-de-Parida

Pirão-de-Parida

Para visitantes que não queiram apreciar a cozinha tipicamente caxiense, provar aromas e sabores diferentes, pode encontrar um leque de opções, que variam  da cozinha nacional ao self-service. Há uma concentração de restaurantes self-service no Centro Histórico da cidade. Encontramos restaurantes nacionais, japonês, chinês, árabe, churrascarias, pizzarias, tudo ao gosto do cliente.

Pratos da Cozinha Nacional

° Os pratos mais pedidos pelos caxienses e visitantes
            A culinária caxiense é variada, saborosa, com temperos e personalidades marcantes.
            Um dos locais mais badalados da cidade é o Parque Hidromineral de Veneza, onde o caxiense e o turista pode se deliciar com o Pirão-de-Parida, que é o prato típico da cidade. Aberto dia e noite, as possibilidades de lazer são diversas e agradam a todos os gostos.
            Para alguns com um pouquinho de tempo para testar seus dotes culinários, destacamos os seguintes pratos:

Pirão-de-Parida

° Pirão-de-Parida
            Esse prato foi criado para servir as mulheres que se encontravam de resguardo depois de parir; é forte e saboroso. Ingredientes – frango ou capão caipira, tomate, cebola, pimentão, pimenta-do-reino, alho, cheiro-verde, servido com um pirão feito com farinha de mandioca branca, limão e pimenta à gosto. Em alguns locais de Veneza o visitante escolhe o capão que quer comer e ele é feito na hora.
Modo de Fazer: Deixe apurar por uma hora, o frango temperado e cortado em pedaços. Acrescente a cebola, o tomate, o pimentão e o cheiro-verde. Refogue no óleo e deixe cozinhar. Depois de cozido, despeje bastante caldo ainda fervendo sobre a farinha branca e mexa para não embolar fazendo o pirão. Sirva em seguida.
Receitas Semelhantes: Galinha com Pirão-de-Parida; Moqueca de Peixe com Pirão e Mocotó com Pirão.

                                                  Pirão-de-Parida


Ingredientes do Pirão - farinha branca - tomate
- cebola - pimentão e cheiro-verde

Ingredientes misturados com a farinha branca


                           Ingredientes já misturados com o caldo do frango
                           caipira cozido

                                                       O Pirão de Parida

Hora de Provar

Pirão com uma pimentinha malagueta

Panelada Caxiense
° Panelada
            A panelada é um prato muito consumido pelos caxienses, porque serve como tira-gosto de uma cachacinha ou cervejinha é barato e nutritivo. É encontrado em bares, restaurantes por toda a cidade e na Praça de Alimentação do Mercado Central.
            Feito com as vísceras do boi (tripa e bucho). É um prato com alto teor calórico devido as tripas usadas como ingredientes. Ingredientes – vísceras (tripas e bucho), pé-de-boi, tomate, cebola, folhas de louro, alho, pimenta-do-reino, cheiro-verde e pimentão.
Modo de Fazer:  Tempere as vísceras. Passe todos os ingredientes no óleo e deixe apurar. Acrescente água e deixe cozinhar. Sirva com o pirão de farinha branca, limão e uma pimentinha malagueta.

Sarapatel Caxiense

° Sarapatel
            Nascido no Alto Alentejo em Portugal, o sarapatel foi adaptado e adotado no Brasil. É um dos pratos mais consumidos pelos amantes de uma boa comida, porque é forte, nutritiva e barata. Pode ser encontrada em qualquer barzinho, restaurante de Caxias,  pois é servida como tira-gosto. É uma designação comum de diversas iguarias preparadas com vísceras de porco ou bode, além do sangue coalhado em pedaços. Uma das características da iguaria é o seu teor de gordura, bastante acentuado, por causa da tripa. Durante o cozimento, acrescenta-se hortelã ou folhas de louro e uma ou duas grandes pimentas de cheiro inteiras. Serve-se o prato acompanhado de farinha branca ou arroz branco.

                                                 Pratos Típicos da Cozinha Caxiense
                                                         Sarapatel e Panelada

Modo de Fazer: Lave os miúdos com limão, passe no liquidificador os temperos como alho, tomate, cebolinha, coentro, cebola, etc. Leve ao fogo e deixe refogar, acrescente folhas de louro. Depois cubra todo o sarapatel com água e deixe cozinhar por algumas horas. Sirva acompanhado de farinha branca, limão e pimenta malagueta.

Vinagreira 
° Cuxá Caxiense
            O cuxá é um prato que reflete os hábitos das culinárias portuguesa, indígena e africana, junto com um toque árabe. É um termo oriundo da junção dos termos tupi “ku” ( o que conserva ) e “xai” (azedo). Significa portanto: “ o que conserva azedo”.
            Segundo alguns pesquisadores até meados do século XX, o cuxá era vendido acompanhado de peixe-firto, arroz branco por mulheres negras em barraquinhas montadas nas portas de suas casas. No local, elas acendiam uma luz vermelha para indicar a venda do prato. O cuxá está lista dos Bens Imateriais do Patrimônio Cultural Nacional com base nos termos do Decreto 3.551 do IPHAN, que institui o registro de patrimônios imateriais no programa nacional na viabilização de projetos de identificação, reconhecimento, salvaguarda e promoção da dimensão imaterial do patrimônio cultural. O registro do cuxá com bem imaterial, garantirá a preservação de sua receita, divulgação nos cardápios de restaurantes brasileiros de todo o país e o reconhecimento de um prato maranhense para a culinária nacional.
Ingredientes do cuxá caxiense
                                  
Vinagreira 

Igredientes - É um molho da culinária maranhense, caxiense , feito com vinagreira, camarão seco, quiabo, pimenta de cheiro, sal, pimenta-do-reino, tomate, cebola, pimentão, três pimentas de cheiro, azeite de oliva ou azeite de coco babaçu e cheiro-verde, alguns gostam de acrescentar à receita maxixe e abóbora, ingredientes encontrados com fartura na região. Além do seu caráter regional, o preparo se usa o liquidificador ou a tábua de carne ou para liquidificar ou bater a vinagreira depois de cozida sem o talo e lavada por três vezes para eliminar a acidez das folhas da vinagreira.
Cuxá Caxiense 

Modo de Fazer: Lava-se as folhas e o quiabo, coloca-se em um pouco de água para o cozimento; depois de cozidos, escorre-se, lava-se e refoga-se em azeite e deixe passar todos os ingredientes; em seguida coloca-se os camarões e deixe passar mais um pouco; ponha um pouco de água para o cozimento dos ingredientes. Sirva quente com arroz branco, peixe ou frango fritos.

Arroz-de-Cuxá

° Arroz-de-Cuxá

            O prato mais tradicional e mais típico do Maranhão, principalmente em Caxias. Entre os principais ingredientes trazido pelos europeus, neste caso pelos portugueses, foi o arroz. Foi cultivado inicialmente no Maranhão em 1745. Foi este cultivo que durante muitos anos alimentou o Brasil e no fim do período colonial, o Maranhão já exportava arroz para a Europa. Como a produção era grande, serviu de incentivo para que os maranhenses criassem muitos pratos à base de arroz, como o arroz-de-cuxá, arroz-de-jaçanã.

Ingredientes para o arroz-de-cuxá
O arroz-de-cuxá ganhou versos do grande poeta maranhense Artur Azevedo, que dizia: “ ... Eu tenho muitas saudades / Da minha terra querida... / Onde atravessei a vida / O melhor tempo foi lá. / Choro os folguedos da infância / E os sonhos da adolescência; / Mas ... choro com mais freqüência / O meu arroz-de-cuxá...”
Arroz-de-Cuxá 

Ingredientes:

A base desta preparação é a vinagreira (hibiscus sabdariffa). conhecida também como azedinha, caruru-azedo, quiabo-róseo, quiabo-roxo, quiabo-azedo e rosélia, oriunda da África, mas também muito usada na culinária francesa. É preciso muita experiência no preparo desse famoso prato, pois quando a vinagreira é colocada na proporção inadequada o arroz-de-cuxá torna-se intragável. Se for demais agride o paladar, pois fica ácido e amargo. Se for de menos fica sem graça, insosso. Arroz, vinagreira, cebola, alho, três pimentas de cheiro e sal.
Modo de Fazer: Refoga-se o arroz com a vinagreira passados no liquidificador com todos os temperos, acrescenta-se água fervente e deixe cozinhar. Sirva quente com camarões de decoração, pode vir acompanhado de peixe frito, carne de sol, frango, etc.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

° IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS – CAXIAS – MARANHÃO
° ROTA DA FÉ E DA CURA


Fachada da Igreja de N. S. das Graças

      Localizada no Conjunto da Cohab, bairro Nova Caxias – Av. N.S. das Graças, antiga Avenida 01.
     É um templo com linhas arquitetônicas modernas; a primeira igreja desse estilo em Caxias; de forma arredondada, com dois campanários arredondados separados em formato de torres. O novo espírito da igreja católica atingiu lentamente
o enfoque da moderna construção religiosa.

Imagem de N. S. das Graças ( original  da fundação da Igreja)

Durante muito tempo, independentemente do estilo adotado, os arquitetos tinham aceito que a função básica da igreja era converter o visitante num devoto, criando uma atmosfera mística e nisso esse templo tem de sobra, que fez do altar-mor o ponto focal do projeto.

Altar-Mor da Igreja

                                       Imagem de Cristo do Altar-Mor
    A Igreja de Nossa Senhora das Graças, também é chamada de Matriz de N. S. das Graças e Igreja da Cura, pois no templo é realizada a “ Missa da Cura”   na primeira segunda-feira do mês, onde fiéis e visitantes vão em massa em busca da cura de seus familiares enfermos. Também vão agradecer e dar depoimentos de curas milagrosas realizadas pela fé em Nossa Senhora das Graças.

Missa da Cura

Nossa Senhora das Graças é a padroeira do Bairro Nova Caxias e a Paróquia vive em missão permanente ( catequizando e evangelizando a população dos bairros pertencentes à Paróquia ).
Nave principal da Igreja


Fiéis em orações

° HISTÓRIA:

° 1º/12/1979 – Foi realizada a primeira Missa, onde N.S. das Graças foi proclamada sua padroeira, consagrando assim o Bairro à Nossa Senhora.

                                        Lateral da Igreja
° 25/03/1980 – Na Nova Caxias, foi realizada uma Missa Solene, celebrada pelo Bispo de Caxias, Dom Luís Marelim em ação de Graças pelos 150 anos das aparições de N.S. das Graças a Santa Catarina Labouré.

Campanário

Pe. Mendes foi o fundador da Igreja que antes pertencia à Paróquia de N. S. da Conceição e São José e era uma capela.
° 06/11/1980 -  Chegada da Imagem de N. S. das Graças, padroeira da Nova Caxias, doada pelo senhor Ilson Fonseca.
                                   Imagem da Fachada da Igreja
° 27/11/1980 – Foi feita a bênção da imagem de N. S. das Graças, oficiada pelo senhor bispo. Esta imagem está no templo até hoje e ficou como um marco dos 150 anos das aparições.

Altar de São José 
     A Igreja teve como primeiro pároco, Pe. Maurício Vanini, de origem italiana. Todo o Projeto de construção do templo, foi idealizado por ele, incluindo os recursos para construção do templo e do Salão Paroquial ( localizado à Av. Jerusalém ). Pe Maurício Vanini faleceu em um trágico acidente em 26/03/1993; assumindo como pároco Pe. José de Ribamar, Pe. Sebastião, atualmente o pároco é Pe. Jan.

                                     Forma arredondada da Igreja

Pe. Maurício Vanini - 1º Pároco

° Atualmente a Paróquia possui 23 comunidades agregadas a ela ( sede – cidade e zona rural ); além das pastorais e grupos de jovens, que realizam trabalhos de evangelização e catequização.
                                      Procissão de N. S. das Graças
    Todo ano o Festejo de N. S. das Graças atrai um número muito grande de fiéis e visitantes, que acompanham toda a programação -  acontece um Pre Festejo -  são momentos de fortes emoções, orações e louvores àquela que deu a luz a Nosso Senhor Jesus Cristo.
Fiéis em Procissão
 A Programação inclui: Recitação do Terço e Ladainhas, Procissão com a imagem de N. S. das Graças pelas ruas do bairro da Cohab, Novena da Medalha Milagrosa, Romaria ( saindo da Catedral de N. S. dos Remédios, até o santuário da Cohab). As noites ficam a critério dos noitantes, pastorais e sociedade local. A quermesse não deixa de expor produtos artesanais, comidas típicas, leilões, etc.

Fiéis em Procissão
° CURIOSIDADE
     No dia da Missa da Cura, a pia batismal da Igreja é cheia de água benta, que os fiéis enchem suas garrafas e levam para suas casas, acreditando que essa água opera algum milagre; tudo depende da fé de cada um.
                                                   Pia Batismal da Igreja

° CONJUNTO COHAB
    O bairro foi entregue à população caxiense em 1982. Foram construídas 945 casas. Atualmente o bairro já é muito populoso e desenvolvido, tendo quase vida própria, pois foram surgindo outros bairros nas imediações, condomínios, lojas, supermercados, escolas, etc.

                          Imagem do Conjunto Cohab - Av. Jerusalém

Imagem do Conj. Cohab e Bairro Mutirão ( retorno )

Imagem de uma das Avenidas do Conjunto
° HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
     Aos domingos as celebrações são realizadas pela manhã – às 9:30 h – tarde às 17:30 h.
    MISSA DA CURA  - às 19:00 h – 1ª segunda-feira de cada mês.